quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O EXTERMINADOR DO FUTURO: GÊNESIS


Arnold Schwarzenegger se tornou mundialmente conhecido com o primeiro filme da série "O Exterminador do Futuro". Sua sequencia se tornou um dos principais filmes de ficção da história do cinema e abriu portas para o diretor James Cameron, que posteriormente lançou seus sucessos "Titanic" e "Avatar". Depois que este pulou fora da franquia, no segundo filme, nenhuma das outras  continuações renderam bons roteiros ou algo que realmente resgatasse a qualidade das antecessoras. Então a Skydance adquiriu os direitos da franquia e resolveu criar uma nova trilogia, onde a série se passaria em uma linha de tempo completamente diferente das outras mostradas, e não afetaria os outros filmes em nenhum aspecto. O único ator que voltou da trilogia original, com toda certeza é o próprio Schwarzenegger, que agora é mais um alivio cômico do que um verdadeiro herói ou até mesmo vilão, pois como a ótima equipe responsável pelo marketing da produção já mostrou em seus trailers e comerciais de que agora o grande mocinho dos outros filmes, acabou se tornando o grande vilão. Isso mesmo, agora John Connor (Jason Clarke, de "Planeta dos Macacos: A Origem") que vai ser o "motherfucker" da situação! E quem poderia se unir ao exterminador para detê-los? Seus próprios pais, Sarah Connor (Emilia Clarke, da série "Game Of Thrones", e não ela não é parente ou esposa do ator que vive John) e Kyle Reese (Jai Courtney, de "Divergente"), que desconhece que John é seu filho e de que deverá ficar com Sarah.


A trama é basicamente isso, não tem muitos segredos e não devemos esperar muito desta nova produção da série. Eu gostei, pois ela consegue dosar divertidamente os momentos de suspense e ação, dando claro para o alivio cômico de Schwarzenegger, que praticamente rouba a cena e se tornou um dos pontos altos do filme. Emilia Clarke ta ótima como a Sara Connor e mostra que tem culhões pra estrelar filmes de ação (afinal de contas, ela é a Daenerys mãe dos Dragões!) e tem uma química divertida até com o T-800. Porém ta meio que claro o nível de canastrão de Courtney em cena, pois ele ta claramente inseguro pra atuar junto dos dois atores citados.

Quanto a questão dos efeitos visuais eles estão muito bem executados e alguns momentos estão realmente muito bem realizados (como a sequencia na Ponte de São Francisco), deixando até no chinelo o horrível Schwarzenegger virtual apresentado em "A Salvação". Bacana também foi o clima criado por Alan Taylor ("Thor 2"), onde ele retratou a ação como um tipico blockbuster do gênero nos anos 80. Porém ele fugiu um pouco do estilo dos dois primeiros filmes da série e ta mais apelando pelo do terceiro.


"Exterminador do Futuro: Gênesis" é mais um tipico filme de ação que é pra ser visto não esperando nada inovador, apenas ação e porrada. Se ele é bom quanto os originais? Infelizmente não. Porém só espero que a Paramount realize as continuações desta nova série, pois pra variar temos mais um final em aberto aqui.

Nota: 7,5/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

HQ - Esquadrão Suicida


Ficha Técnica:

Nome Traduzido: Esquadrão Suicida
Nome Original: Suicide Squad
Editora: DC Comics
Ano de lançamento: 2011
Edições: 32
Status: Terminada

Resenha:

Como a própria HQ diz: "Esquadrão Suicida: Um time de super vilões encrencados, sancionados pelo governo, que são capazes de reduzir seu tempo de pena participando de missões secretas mortais. Como mante-los na linha? Nano-bombas implantadas em seus pescoços." (Eu não poderia fazer melhor apresentação resumindo o que eles são). Antes de tudo, esta resenha é baseada na versão 4 do esquadrão, ou seja, Os novos 52. (Os Novos 52 foi o nome dado a série de HQ em que zerariam todos os números e recomeçaram a escrever as histórias de seus personagens).


A vilã dos vilões.

Desta vez a equipe é formada pelo Pistoleiro, Arlequina, El Diablo, Aranha Negra, Tubarão Rei, Voltaico e claro, são comandados por Amanda Waller, um mulher forte, capaz de tudo e uma poderosa figura política no universo DC que criou a "Força Tarefa X" (um nome bonitinho para Esquadrão Suicida). Logo nas primeiras páginas temos a equipe sendo torturados após uma emboscada logo na primeira missão, após um dos vilões contar tudo que sabe, (e morrer, obvio) a equipe vai para sua missão de batizado: Conter 60.000 pessoas infectadas por um nano-vírus dentro de um estádio.

Durante as primeiras revistas já vemos algumas características de como será o enredo ao longo desta HQ: Sangue, muita ação, missões malucas, intrigas internas pela liderança do grupo, muita sensualidade, muitas piadas e situação engraçadas e um sentimento em comum em todos os membros do Esquadão, a vontade de matar A. Waller.
 Fica nítido o quão descartáveis são os vilões, a cada 2 revistas alguém morrer e colocam outro no lugar, com isso sempre vemos mortes e outros vilões (que ninguém conhece).



"Briga de marido e mulher, ninguém mete a colher".
Outro ponto positivo da história é o fato do esquadrão fazerem suas missões com o objetivo de não serem notados, ou pelo menos, tentam. Sempre tem uma missão principal e uma sub-missão específica para algum membro do grupo, geralmente é para o pistoleiro, logo vemos que ele é o participante que realmente sabe o que está fazendo (sendo fantoche da Amanda, fazendo o trabalho sujo em prol do governo). Ao longo das HQs vemos quem é o grande vilão: A própria Amanda Waller, chegando a reviver membros mortos do esquadrão para fazer novas missões. Conforme a história vai ocorrendo dependendo do diálogo ou  da situação sempre há um lembrete "Leia SS#04, Leia SS#06", até mesmo tendo referencias a outras histórias da própria DC, quando o Sr. C aparece fazendo uma participação especial.

Esquadrão Suicida é gostoso de se ler, os personagens escritos por Adam Glass (das séries Supernatual, Cold Case e Criminal Minds, nas HQs ele já fez Coringa: Morte em Família, Luke Cage, Demolidor e Deadpool) e desenhado por Federico Dallocchio (já fez e faz muitos trabalhos com a DC Comics) vão se desenvolvendo criando histórias secundárias ao longo da trama (só a Arlequina tem 2 HQs só para contar sua nova origem).

Por fim, esta HQ tem seu público alvo para jovens, porém é bem escrita entregando diversão com um clima de espionagem e humor sem fazer o leitor de bobo, as vezes os desenhos parecem ser mal feitos, porém nada que não de para relevar.

Autor: Bruno Moncayo
(Se quiser ler mais resenhas de HQ, conheça o Blog Resenha Nerd)

TEM NA NETFLIX: RESSACA DE AMOR


A dica da vez vai pra comédia romântica, "Ressaca de Amor". O longa serviu como pretérito para alavancar a carreira do até então desconhecido, Jason Segel (que depois deu sorte de ser o Marshall em "How I Met Your Mother"), que escreveu o roteiro com base em seu conturbado relacionamento com a atriz Linda Cardelini (que fez a Velma do "Scooby-Doo" e a mulher do Gavião Arqueiro"). Aqui ele faz o papel do compositor de trilha sonoras Peter, que depois de tomar um fora da namorada Sarah (Kristen Bell, a "Veronica Mars") entra em profunda depressão. Intimado pelo seu irmão a seguir em frente, decide fazer uma viagem ao Havaí para espairecer a mente. Porém ao chegar lá, ele se depara com a mesma e o novo namorado dela, o musico Aldous (Russel Brand). 


O longa serviu também para alavancar a carreira da atriz Mila Kunis, que anteriormente havia só feito um pequeno sucesso em "That 70's Show". Aqui ela faz o papel de Ranchel a balconista, que logo se torna o principal álibi de superação do personagem de Segel. Ambos possuem química em cena, enquanto o casal interpretado por Bell e Brand cumpre seu papel, de passar raiva e nojo pro público. Porém o principal acerto no roteiro, é o fato de ele mostrar o amadurecimento de seu personagem perante as quase duas horas de duração. Com a ajuda dos mais pitorescos amigos que ele fazia no Havaí, onde temos um surfista maluco (Paul Rudd), um garçom atirado (Jonah Hill), um Barmen psicólogo e o casal que está de lua de mel e enfrenta problemas no sexo (Jack McBrayer e Maria Thayer). Todos eles servem como pontas aleatórias, para um humor secundário no enredo e acabam funcionando na forma homeopática na qual são aplicadas. 


"Ressaca de Amor" pode ser perfeito para se ver naqueles momentos em que você está na bad, onde acabou de tomar aquele fora de quem você realmente gostava e vê que não ta tendo mais sentido em bosta nenhuma. Todos nós somos humanos e já passamos por isso, e por isso que recomendo este longa, porém já vou avisando: todos nós um dia iremos esbarrar com uma Sarah Marshall, onde uma Ranchel não só irá trolar ela pra caralho, como nos fara feliz no final de tudo. RECOMENDO!

Nota: 8,0/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

PIXELS


Adam Sandler é um bom ator, que vem errando nos filmes em que estrela. Ano passado ele acertou com "Juntos e Misturados", depois de uma janela de anos errando. Como este não foi visto por muitas pessoas, "Pixels" seu último filme, acabou não só passando em branco, mas também foi considerado mais uma bomba de seu currículo. Francamente, eu adorei o filme. Ele é baseado em um curta do francês Patrick Jean, no qual abordava a invasão dos Games no mundo real.


Já no filme, trata-se de quando o personagem de Sandler era criança, ele participou de um campeonato de fliperama, no qual ele acabou perdendo para Eddie (Peter Dinklage, da série "Game Of Thrones") no jogo do Donkey Kong. Só que o mesmo acaba sendo colocado em uma capsula a mandado da Nasa, para mandarem ao espaço imagens do evento, assim como outras diversas coisas da terra, para se os "seres de outro planeta" o acharem, ver como está as evoluções dos seres humanos. Voltando aos dias atuais, ele trabalha como técnico de televisão, cujo melhor amigo desde aquela época agora é o Presidente dos Eua (Kevin James). Só que repentinamente o planeta terra passa a ser atacado por personagens de games, logo eles recebem uma mensagem  de que trata-se de uma invasão alienígena, na qual eles interpretaram o vídeo da capsula como uma ameaça dos seres humanos. Logo Brennan, terá de se juntar a eles para salvar a humanidade.



Sandler mais uma vez expressa seu tipico humor aqui. Garotas gostosas aleatórias e piadinhas que o mesmo faz sobre a situação, estão presentes. Mas incrivelmente, elas ocorrem de forma bem breve e deixam mais divertida. Porém os games que são o principal marketing da produção, são mostrados de forma breve (só quando ta rolando as invasões na terra e os desafios impostos por eles). Porém existem alguns pontos que me incomodaram ao longo da película, que foi o personagem besta do Josh Gad (que eu achei bem forçada tanto sua atuação como enredo envolto a ele) e as breves pontas de Sean Bean e Brian Cox. Ambos os atores chegaram a roubar a cena quando apareciam e mereciam ter um espaço maior em cena. Agora sobre o fato do Kevin James vivendo o Presidente dos Eua, só posso declarar uma coisa: ele foi mais útil que a Dilma em seis anos de mandato.

Quanto a questão da narrativa de Chris Colombus ("Harry Potter e a Pedra Filosofal"), ela ta bem no estilo de "Sessão da Tarde" e bacana de acompanhar seu desenvolver.  As sequencias de ação e comédia foram bem dosadas, fazendo de "Pixels" um ótimo entretenimento para os fãs de fliperamas e de Adam Sandler. 

Nota: 7,0/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

terça-feira, 9 de agosto de 2016

SCOTT PILGRIM CONTRA O MUNDO


Os vídeo games tem se mostrado um ótimo meio de interação ultimamente, e misturando eles com o cinema, resulta em "Scott Pilgrim Contra o Mundo". A produção desde o inicio se demonstra como um verdadeiro game, incluindo a sua música de abertura (incluindo o logo da Universal). O personagem do titulo é vivido pelo nerd de "Superbad" Michael Cera, onde um dia tem um sonho com uma garota (Mary Elisabeth Winstead, a filha de John Mclane), e sente-se atraído por ela durante o mesmo. Mas um dia, em uma festa acaba se deparando com a mesma, e descobre que ela se chama Ramona Flowers. A atração entre ambos é mutua e o namoro acontece, só que há um detalhe: ela possui sete ex-namorados ciumentos, o qual desafiarão Scott até a morte.


Então são demonstradas, diversas cenas de batalhas, entre Scott e os ex-namorados, onde misturam-se games e animes, havendo em certos momentos, a conhecida barra com quantidade de vida e especiais, assim como as tipicas moedinhas que recebemos quando derrotamos algum inimigo. Tudo isso torna "Scott Pilgrim Contra o Mundo", um filme diferente, mesmo tendo sido baseado em uma revista em quadrinhos pouco conhecida.


Na "Liga dos sete ex-namorados malvados", temos Matthew Patel (Satya Bhabha), Lucas Lee (Chris Evans), Todd Ingram (Brandon Routh), Mae Whitman (Roxanne Roxy Richter), os gêmeos Katayanagi (Keita e Shota Saito) e o poderoso chefão do filme Godeon Gordon Graves (Jason Schwartzman), onde todos demonstram um certo conforto em suas interpretações. Como coadjuvantes da produção temos Anna Hendrick, da série "Crepúsculo", como a irmã de Scott, Kieran Culkin como Wallace, o melhor amigo homossexual de Scott, e o comediante Bill Hader como o narrador da história. Deles quem rouba a cena mesmo são a Chris "referencia" Evans e sua ex-namorada vivida por Brie Larson (isso mesmo, o cara enfrentou o Capitão América e a Capitã Marvel num mesmo longa!). 

Edgar Wright fez uma narrativa bem diferente para os padrões convencionais no gênero, e ele literalmente narra o longa com uma mistura de HQ e jogo de fliperama. O que a faz ficar cada vez mais divertida de se acompanhar. Até mesmo pelo simples detalhe, de que quando Pilgrim derrotava algum vilão, ele ganhava uma porrada de moedinhas (detalhe tipico de qualquer jogo). Aos fãs desses dos gêneros de cultura pop, "Scott Pilgrim - Contra o Mundo" é sem duvidas indispensável. 

Nota: 10,0/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

VOANDO ALTO


Dando um descanso do seu personagem Wolverine, Hugh Jackman realizou este longa que é bem no estilo de sessão da tarde e bem bacana de assistir. Porém não se deixem de se enganar, pois o astro só aparece quase com 30 minutos de filme. Aqui o verdadeiro protagonista é Taron Egerton (que foi revelado ano passado em "Kingsman"), que interpreta o jovem Eddie, pelo o qual sofre de miopia e tem o sonho de participar das Olimpíadas de salto de esqui, em 1988. Como ele demonstra intensa dificuldade no principio de seus treinos, muitas seleções o descartam logo de cara. Só que quando ele acaba acidentalmente esbarrando com um ex-atleta de renome na modalidade (Jackman), ele começa a ver que seu sonho poderá ser finalmente alcançado.


Egerton demonstra total confiança no papel e transmite pro espectador todos os sentimentos de medo, insegurança, confiança e a questão do bullyng que seu personagem passa. Jackman faz aqui o papel do mentor que combina com Egerton em todos os aspectos, e alguns momentos seus acabam divertindo bastante. Porém um deslize que ocorre na direção do estreante em longas metragens, Dexter Fletcher, foi a péssima qualidade do CGI nos momentos onde Eddie está realizando os saltos. Por mais que Egerton se esforce para convencer nessas horas, o efeito é muito fraco. 

"Voando Alto" é mais um caso de longa metragem que passa em branco no Brasil, não só porque foi lançado na época errada (junto com "Batman vs Superman"), como também a modalidade Olímpica que acerca a trama sequer é conhecida e admirada por nós brasileiros. Pra quem curte tramas agridoces, com toques de "Sessão da Tarde" é uma ótima pedida. 

Nota:7,0/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

domingo, 7 de agosto de 2016

OS CAÇA-NOIVAS


Sabe aquelas vezes que estamos com a cabeça cheia, com saco cheio dos problemas da rotina, tretas da vida e brigas com namoradas. E pra espairecer disso pegamos um longa de comédia no cinema, com uma premissa extremamente genética é clichê, porém que diverte durante duas horas? Pois é exatamente isso que "Os Caça-Noivas" tem como objetivo. Entreter ao máximo, de uma forma genérica e que se torna esquecível aos poucos, depois que a vemos.


O Enredo mostra os dois irmãos Dave (Zac Efron) e Mike (Adam Levine), que trabalham como vendedores de bebidas alcoólicas e tem o hábito de serem conhecidos pelos familiares como a dupla que literalmente destrói os eventos da mesma. Porém quando a irmã (Sugar Lyn Beard) deles anuncia que irá se casar no Havaí, ela e os seus pais revelam que eles deverão ir acompanhados, para evitarem quaisquer novos constrangimentos. É então que eles começam a pesquisar os modos mais inusitados (onde Tinder e Lovoo são descartados logo de cara) para encontrar as suas parceiras. Depois de uma propaganda da dupla virar viral na internet, eles são chamados para um programa de televisão. E é nessa hora que as amigas malucas e irresponsáveis Alice (Anna Kendrick) e Tatiana (Aubrey Plaza), que foram demitidas recentemente, vêem a chance de conseguirem uma diversão e férias bancadas. Mas pasmem: esta história é baseada em fatos reais!

Efron já mostrou em outras comédias que ele possui uma veia cômica satisfatória e consegue arrancar risos com qualquer ator que ele divida a cena (seja Robert DeNiro ou Seth Rogen), aqui ele está junto com Levine, Kendrick e Plaza, onde está acaba tendo algum dos melhores momentos com o segundo em alguns momentos. Mas existem alguns coadjuvantes interpretados por Alice Wetterlund (prima mala), Sugar Lyn Beard (a noiva) e Kumail Nanjiani (o massagista indiano), que roubam a cena sempre quando aparecem. Porém eles são envoltos de piadas envolvendo drogas, excreção, palavrões e baixarias. Quem não gosta deste estilo, de preferência evite ao máximo assistir a esta película.


"Os Caça-Noivas" é exatamente o que eu falei no primeiro parágrafo e se você busca uma diversão sem compromisso e quer espairecer um pouco na sua rotina, eu recomendo. Agora se você vai assistir a esta comédia esperando algo inovador, evite.

Nota: 7,0/10,0
Imagens: Reprodução da Internet