sábado, 6 de agosto de 2016

THE RANCH: PARTE 1 - 1ª TEMPORADA


Depois de pegar bastante ódio da maioria dos fãs da série "Two And A Half Men", Ashton Kutcher decidiu voltar a parceria com seu amigo de longa data de "The 70's Show", Danny Materson e os roteiristas daquele Jim Patterson e Don Reo, para lançar a primeira série de comédia com platéia no serviço streaming "Netflix". Em um primeiro momento a mesma pode ter passado em branco pela maioria dos espectadores do mesmo, porém devo confessar que logo que vi o primeiro trailer do mesmo, vi que Kutcher finalmente daria a volta por cima. Ao finalizar a primeira parte desta temporada (onde a série também foi a primeira neste formato de lançamento, onde uma temporada é lançada em duas partes em um mesmo ano), assumo aqui que ela realmente é muito engraçada e bem realizada.

Kutcher interpreta o falido jogador de futebol americano Colt Bennett, que é obrigado a voltar a morar com o Pai (Sam Elliot) e o irmão mala (Materson) no rancho onde passou grande parte da sua vida. Ali ele não só possui constantes discussões com os dois, como também reencontra auxilio nos encontros com a sua mãe (Debra Winger) e se surpreende pelo reencontro com a sua ex-namorada, Abby (Elisha Cuthbert). 


O roteiro de autoria de Patterson e Reo faz questão de brincar com tudo e todos, onde em alguns momentos as principais piadas são as reações de Elliot (que rouba a cena nesta parte) diante das evoluções tecnológicas ("que porra é essa de Netflix?") ou até mesmo interagindo com seus filhos. Enquanto Kutcher pega um pouco do estilo mulherengo que absorveu na outra série em que estava, e o usa para fazer graça durante boa parte desta temporada. Realmente este arco funciona também, principalmente quando ele contracena com Kelli Goss (que vive sua jovem namorada, Heather). que ta ali fazendo o tipico papel da "loira burra e gostosa". Genial também é que grande parte da ação de toda essa primeira parte se passa em dois cenários distintos basicamente, que é o rancho dos Bennett e o bar da mãe do protagonista. Claro existem outros cenários, mas é bem breves que eles são apresentados.  


"The Ranch" é sem duvidas uma das mais divertidas séries de comédia já lançadas pela Netflix, e sem duvidas aguardo ansioso pela estreia da segunda parte e a já confirmada segunda temporada, no próximo ano. RECOMENDO!

Nota: 9,0/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

BATMAN - A PIADA MORTAL (ANIMAÇÃO)


A história da "Piada Mortal" é considerada por muitos (e me incluo nestes) como a melhor HQ do Batman (onde um dos idealizadores foi ninguém menos que o respeitável Alan Moore (de "Watchmen")). Ela é uma história bem breve, porém explora a sanidade na relação Coringa/Batman/ Comissário Gordon. Em suas 50 páginas, vimos a verdadeira origem do personagem Coringa e o fato de ele tentando mostrar como qualquer pessoa pode se tornar um vilão maluco, apenas tendo um dia horrível. Porém par o roteiro de Brian Azzarello, faz o favor de adaptar o enredo por completo, mas como trata-se de uma história relativamente curta e o mesmo tem 76 minutos de duração, o que ele fez pra compensar o espectador? Um arco completamente desnecessário e sem sentido sobre a relação do Batman com a Batgirl, durante os primeiros 30 minutos! Isso mesmo que você leu!


Aqui temos direito a discussões sobre a relação do casal de heróis, o amigo gay que é conselheiro dela e as duvidas se ela ta realmente apaixonada pelo homem morcego! Isso mesmo! O cara transformou uma puta de uma história de suspense em um romance no inicio. Vemos também um arco que envolta eles, sobre uma gangue que cometia constantes assaltos em Gotham. Porém graças ao arco da "Piada Mortal" sequer rola uma conclusão concreta pra essa merda. Quando chega ao arco principal e esperado pelo público, devo confessar que ele literalmente copiou a maioria dos arcos. Porém a principal essência que fazia a interligação do Batman com o Coringa foi simplesmente descartada na animação fazendo a ficar sem um dos pontos mais altos da HQ.


Fora que em um contexto geral, a animação não estava bem realizada. Ela não conseguia definir se era algo alegórico, sério ou até mesmo se era um anime (em alguns breves momentos).
"Batman - A Piada Mortal" acabou sendo mais um descuido da DC nessa nova geração de adaptações. Porém espero que no próximo filme do homem morcego, se o Ben Affleck optar por este ato confio que ele conseguirá adaptar este enredo com louvor.

Nota: 5,0/10,0
Imagens: Reprodução da Internet.

O CAÇADOR E A RAINHA DE GELO


Lançado em 2012, "Branca de Neve e o Caçador" conseguiu obter uma bilheteria satisfatória nos cinemas do mundo e já era garantida uma continuação. Porém um Paparazzi descobriu que a então protagonista, Kristen Stewart (a idiota do "Crepúsculo") e o diretor Rupert Sanders tinham um caso nos bastidores. Então a atriz foi afastada da sequencia, assim como sua personagem e o diretor continuou no cargo. Porém o protagonista da vez ficou sendo o caçador do primeiro (Chris Hemsworth), e o enredo seria focado apenas na história dele antes dos acontecimentos do primeiro longa e depois. Para viver sua esposa chamaram a ótima Jessica Chastain ("Interestelar") que agora ta completamente perdida, e para viver a vilã a ótima Emily Blunt ("O Diabo Veste Prada"), que infelizmente também está completamente perdida. Como se não bastassem chamaram para retornar nos seus papeis, Charlize Theron ("Mad Max: Estrada da Fúria") e Sam Caflim ("Como Eu Era Antes de Você"), onde eles não só estão como aquelas citas como também não acrescentam em absolutamente em nada na história.


A mesma é bem breve, e mostra o Caçador desde pequeno sendo ótimo na função e se apaixonando naquela época por Sara (Chastain), que era perita em arco e flecha (por um breve momento até pensei que fosse a personagem da Disney, Valente). Só que durante uma revolta da Rainha do Gelo (Blunt), ela acaba sendo morta e o Caçador segue uma vida puto, revoltado e jurando vingança. Pronto a trama é só isso, e os roteiristas ainda vão e me cagam mais colocando alguns anões do primeiro em arcos desnecessários pra trama e ainda envoltos a romances com outras anãs!! Se eu quero ver romance envolvendo anões e piadinhas assim, vou assistir ao programa "Pânico"!


"O Caçador e a Rainha de Gelo" é um mero exemplo de longa onde se os atores não querem trabalhar e o diretor ta ali por questão contratual, é melhor nem fazerem um longa. O que em seu desfecho posso garantir que as únicas coisas boas, além dos efeitos visuais é a canção tema dos créditos finais (Halsey - Castle). FUJA O QUANTO PUDER!

Nota: 2,0/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

TEM NA NETFLIX: ZERANDO A VIDA


Polemicas a parte, eu admito que cresci adorando os filmes do Adam Sandler. Porém depois que ele lançou "Cada Um Tem A Gémea Que Merece", longa que o fez ganhar todas as categorias no Framboesa de Ouro (incluindo pior atriz) ele realizou algumas outras produções de qualidade bastante inferiores (como "Gente Grande 2"). Depois de estrear o terrível "The Ridiculous 6" (onde eu tive prazer de estar com o elenco brevemente na Comic Con Experience ano passado), ele lançou há uns meses seu segundo longa da parceria com a Netflix, "Zerando a Vida". Completamente diferente daquele, o longa tem uma premissa bem bacana até. O enredo começa com o pacato Charlie (David Spade), que leva uma vida de humilhações ao lado da esposa que o trai com o ex-marido, os enteados que não o levam a sério e um emprego besta. Só que ao ir no reencontro da turma do colegial, ele se depara com o amigo de longa data Max (Sandler), que mostra ter uma vida muito melhor que a dele. É então que este lhe convida para passar um dia com ele em seu iate, para botar a conversa em dia. Porém depois de umas cervejas e drinks. ele se vê numa situação envolvendo troca de identidades e a chance de ter uma vida nova ao lado de Max. 


Como todo filme de Adam Sandler, este é mais um que mostra ele como um "cara bobão que faz besteiras a película toda, e é apaixonado por uma gostosa. Ela o dispensa o tempo todo e ele aprende uma lição no final". Basicamente o longa não segue necessariamente esta premissa, só que ele possui diversos momentos hilários entre este e os demais coadjuvantes em cena (principalmente quando o antigo "Coisa", Michael Chiklis, aparece). Sua química com Spade é outro enorme destaque da película e também rende bastante risos. Porém pra diferenciar um pouco o estilo das suas outras produções, da metade pro final o roteiro de Kevin Barnett ("Passe Livre") e o estreante em longas Chris Pappas, apela para uma reviravolta meio que inesperada no enredo e consegue alavancar um pouco o diferencial em seu resultado final. A "gostosa" da vez Paula Patton ("Warcraft"), pouco faz em cena e não ta muito convincente não. 

Porém a competente direção de Steven Brill (que dirigiu Sandler em outros longas, como "A Herança de Mr. Deeds"), consegue desviar a atenção do público mais distraído para paisagens mais exóticas de Porto Rico, sequencias de ação envolvendo carros e etc. Claro exitem algumas breves piadas escatológicas que nada acrescentaram ao enredo, porém tavam lá só pra forçar a barra mesmo. 


"Zerando a Vida" é o segundo de quatro filmes de Adam Sandler com a Netflix, e devo confessar que se a qualidade dos próximos for como a deste, sem dúvidas que mostra o quanto ele ainda tem gás pra fazer comédias.

Nota: 7,0/10,0
Imagens: Reprodução da Internet 

TEM NA NETFLIX: HARRY E SALLY - FEITOS UM PARA O OUTRO


Depois de um tempo sumido com o quadro em decorrência das férias voltei com ele, recomendando um longa que fez muito sucesso no inicio da década de 90 e foi referenciado por muitos outros longas até hoje. "Harry e Sally -Feitos Um Para o Outro" é um verdadeiro clássico do cinema e alavancou a carreira de Billy Cristal e Meg Ryan. Aqui eles vivem a dupla do titulo, respectivamente, onde depois de um horrível primeiro encontro resolvem apenas manter a amizade. Vão passando os anos e ambos continuam se dando mal nos namoros e afins, fazendo a relação de ambos se fortalecendo ainda mais, porém nada vai além da amizade entre eles. Por mais que todos a sua volta denotam que não está sendo assim. 


O roteiro escrito por Nora Ephron ("Julie e Julia"), uma das grandes romancistas do cinema, nos apresenta constantes intervalos durante a narrativa de casais que vivenciaram aquele momento retratado no filme, seja por um encontro desastroso ou até mesmo por uma experiencia de primeiro beijo. Sendo que ela inseriu extrema humanidade nos perfis dos protagonistas. Temos Harry como um rapaz jovem que é bastante namorador, e não cansa de zoar o lado romântico e sonhador da melhor amiga Sally. Só ai já vemos a enorme química que Cristal e Ryan possuem e que cada vez mais torcemos para ambos os personagens terminarem juntos a película, por mais que diversas desventuras comecem a surgir na vida de ambos. Mérito também do diretor Rob Reiner (que fez o Pai do DiCaprio em "O Lobo De Wall Street"), que nos apresenta uma narrativa que não fica naquele romancezinho chato e entendiante. 

"Harry e Sally - Feitos Um Para o Outro" é sem duvidas uma das relíquias da história do cinema, onde por mais que tentem fazer cópias e (tomara que não) refilmagens, jamais conseguirá captar a essência e química do casal protagonista.

Nota: 10,0/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

ESQUADRÃO SUICIDA


Sabe aqueles longas onde o Marketing massivo nos induz de que o filme vai ser muito foda e criamos altas expectativas sobre ele. Porém quando ele lança nos cinemas, vemos que ele não era tudo isso (o que normalmente acontece com a maioria dos longas da Marvel) e que fomos enganados lindamente pelos trailers. É exatamente o caso de "Esquadrão Suicida", onde o material apresentado no marketing nos induzia que o longa seria o melhor filme da DC de todos os tempos. Só que em seu desfecho vemos que o longa é apenas "bom" e ponto. A começar pelos primeiros 20 minutos iniciais, onde somos apresentados aos membros da equipe. Uma trilha sonora regada a músicas de diversas bandas conhecidas como "AC/DC" e "Queen", envolta esta sequencia que claramente sofreu na sala de edições. Tudo passa muito rápido e a sensação de vazio começa a aumentar cada vez mais. Pra compensar o público desta escassez, eles ainda colocam nestas sequencias brevemente o Batman (Ben Affleck) e o Flash (Ezra Miller) pra galera falar "olha ele lá!". Só que não havia necessidade de mostra-los em cena. 


O enredo ta bem simples e mostra uma das chefes de segurança dos Eua, Amanda Walker (Viola Davis) lançando um projeto que envolve os "vilões mais perigosos do mundo" pra agirem como heróis, caso incidentes como o do Superman ocorra novamente. Então ela junta uma equipe com o Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), Chamas (Aidan Devine) e Katana (Karen Fukuhara), onde todos eles estão sob o comando do general Rick Flag (Joel Kinnaman), e os batiza de "Esquadrão Suicida". O principal propósito do mesmo, é realizar as missões mais impossíveis do mundo e caso ela de errado eles morrem ou levam a culpa. Porém quando a sua namorada e membra leal da equipe, June Moore (Cara Delevingne) acaba sendo completamente possuída pelo seu alter-ego Magia, Amanda vê que é a hora de reunir o Esquadrão para sua primeira missão.


Ta bacana a sinopse, porém cade o Coringa (Jared Leto)? Ele ta aqui só pra ser o namorado da Arlequina e mais nada. Exatamente isso que você leu, ele só trás romance pra história e nada mais além disso. Mas antes que você critique esta opinião, saiba que nas HQs ele faz somente isto nesta série. Se ele foi melhor que o Health Ledger? Sem duvidas, que não e vai ter que suar mais pra conseguir ser. Outra que ficou meio apagada foi a vilã interpretada por Delavigne, pois ela não só apareceu pouco como também não possui nenhum álibi verdadeiro que a faça transpor ódio ao público e aos personagens (a não ser o clichê, "ela ta destruindo tudo!").

Agora de pontos positivos na película mesmo, temos a divertida atuação de Margot Robbie que basicamente rouba a cena quando aparece. Ela e Davis, literalmente roubam a cena como as duas mulheres loucas que consegue o que querem com a sua lábia. Quanto a Will Smith, bom o roteiro tenta coloca-lo como protagonista em alguns momentos. Porém a narrativa exercida por Ayer felizmente consegue não fazer isto e ele vira só mais um ali. Outro acerto deste, está nas sequencias de ação e alívios cômicos que acontecem durante a trama. Mas claro sem perder o clima sombrio no estilo DC. O 3D também foi bem utilizado e a sensação de profundidade ocorre bastante e brevemente vemos uma arma apontada para nossa cara também. Fora a já citada trilha sonora, onde todas as músicas são realmente ótimas e conhecidas pela maioria do público. 


"Esquadrão Suicida" infelizmente é mais um exemplo de longa que é bem realizado por seus atores e equipe, mas devido a enorme ganancia da sua distribuidora (Warner), acabou sofrendo com o excesso de edição na sua narrativa e alguns arcos ficaram com a enorme sensação de vazio em seu desfecho. Só espero que "Mulher Maravilha" (que estreia em 02 de junho de 2017) não sofra na mãos desses caras também. Agora é só aguardar a "Edição Definitiva" que "Batman vs Superman" ganhou no último mês e que fez jus a verdadeira qualidade da película. 

Nota: 6,5/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

HQ - Batman: A Piada Mortal




Ficha Técnica:

Nome Traduzido: Batman: A Piada Mortal.
Nome Original: Batman: The Killing Joke.
Editora: DC Comics.
Ano de lançamento: 1988.
Edições: 01.
Status: Terminada.

Resenha:


A história começa em uma noite chuvosa com o homem morcego indo visitar um velho "amigo" no Asilo Arkham, na porta da cela está uma placa escrita com "nome desconhecido" (Sim, o Coringa já tem 75 anos e ninguém sabe o nome de nascença dele). Quando Batman entra na cela, o prisioneiro está se distraindo com seus baralho e ele começa a falar sobre o relacionamento mortal entre os dois, um relacionamento longo e que mais cedo ou mais tarde um deles não teria escolha senão matar seu oponente.


Assim começa uma das melhores história do cavaleiro das trevas. É possível notar um Batman pensativo, preocupado, quase que atormentado com uma pergunta: "Quem é o Coringa ?". Ele percebe que por mais que tenha lutado contra o palhaço do crime por muitos anos, inúmeras vezes, ele não o conhece, não sabe quem ele realmente é a ponto de se perguntar "Como duas pessoas que não se conhecem podem se odiar tanto ?".

Coringa pronto para um dia na praia.
Outro ponto alto desta obra é a origem do Coringa. A primeira HQ que contou de onde surgiu o vilão mantendo a identidade do personagem oculta. Nos é apresentado quem ele era, se tinha família, o que ele fazia em forma de lembranças do Coringa durante a história, a cada lembrança todos os quadros são coloridos com poucas cores com um tom pastel, sépia (como se fosse uma foto desgastada pelo tempo) usando muito tons de amarelo e laranja, enquanto o resto da história tem diversas cores.

A história é muito conhecida pelo fato do Coringa querer provar (principalmente para o Batman) que qualquer pessoa que passe por um dia ruim pode vir a se tornar um "coringa", para comprovar sua teoria ele usa como cobaia a pessoa mais sã e moral de Gotham: Jim Gordon. O vilão rapta Jim e mostra fotos de sua filha nua, baleada e supostamente estuprada pelo Coringa. Isto já mostra o peso que esta HQ tem, algo totalmente fora do contexto infantil.

Ao final da história quando Batman finalmente luta contra o Coringa, no final da luta o palhaço do crime se entrega e os dois começam a conversar, como se ambos já estivessem cansados de fazer isso, como se este embate tivesse sempre o mesmo resultado: Coringa é preso, escapa, comete algum crime, é preso, escapa...
Mesmo assim, Batman oferece uma forma de reabilitação ao Coringa que recusa e conta uma piada, ambos riem e... ( O final fica por sua conta. O que aconteceu depois disto ?).

Se até o Batman riu, a piada é boa.
Esta obra-prima foi escrita por Alan Moore (o mesmo de Watchman, reinventou Mostro do Pântano, Liga Extraordinária, V de Vingança, Do Inferno e por ae vai...). Ele escreve os diálogos de uma forma que você precise ler e reler, te prende na história, trás personalidade ao personagem, principalmente ao Coringa. Trata de um assunto pouco abordado: A relação entre o palhaço do crime com o cavaleiro das trevas, como um via o outro, como o Batman é tão louco quanto o próprio Coringa. As ilustrações por conta do Brian Bolland, um artista que já trabalhou muito com Batman, Dreed, O juiz e Camelot 3000.

Leia e aprecie esta HQ. Cada diálogo, cada cor extravagante que ela lhe proporciona.

P.S: Leia HQ, não veja a animação. (Opinião pessoal do autor que vos fala. A Animação é pra quem tem preguiça de ler.)

Texto de: Bruno Moncayo