sábado, 16 de setembro de 2017

ANNABELLE 2: A CRIAÇÃO DO MAL

Resultado de imagem para Annabelle 2: A Criação do Mal, poster

Quem me conhece, ou acompanha o blog há certo tempo, sabe meu desdenho em cima do longa "Annabelle", que até o momento é um dos piores filmes que vi na vida. Fato se comprova com o tempo pelo qual demorei para assistir a essa sequencia, que se trata de uma trama de origem da boneca. Tendo em vista tamanha bomba que era o primeiro, tudo aqui mudou (com exceção do roteirista, infelizmente), principalmente o diretor, que agora chamaram o ótimo David F. Sandberg ("Quando as Luzes se Apagam"), que já demonstrou em seus filmes antecessores que sabe como trabalhar o desenvolvimento previsível em um longa de terror (afinal não existe mais novidade no gênero).

Resultado de imagem para Annabelle 2: A Criação do Mal

A história começa anos atrás do primeiro, onde a principio vemos um grupo de garotas órfãs, que depois que seu orfanato é fechado, elas vão morar em um local bastante deslocado, onde a família perdeu a única filha em um acidente anos atrás. Só que a medida que as mesmas vão investigando o que tem na casa, estranhas assombrações vem acontecendo, e tudo acaba acarretando justamente para a boneca Annabelle. 

Resultado de imagem para Annabelle 2: A Criação do Mal

Primeiramente gostaria de destacar o enorme talento da jovem atriz Talitha Eliana Bateman, onde o arco envolvendo sua personagem é o destaque da trama, e o desenvolvimento dela não só é bem abordado, como ela convence o tempo todo de que é uma criança sofrendo de poliomelite. Já a segunda atriz a chamar atenção é Lulu Wilson, onde o arco envolvendo a sua personagem entra num segundo plano, onde Sandberg faz questão de fazer um breve e notório contraponto com os olhos da boneca, com os da atriz, mediante o que ta rolando. Quanto ao resto do elenco, eles estão bem, a medida do que lhes é proposto.

Agora o que todo mundo quer saber: o filme da medo? Francamente não! É mais um daqueles novos estilos, onde parece que vai ter algo, mas não tem, e quando vai ter nós já sabíamos. Fora outros clichês do gênero, que muitos já se cansam de ver. Mas assim como é apresentado nos carros chefes, "Invocação do Mal", o foco de "Annabelle 2: A Criação do Mal" é contar uma história, ao invés de assustar seu público demasiadamente. 

Obs: tem uma cena pós créditos com ligação ao próximo filme do universo "Invocação do Mal".

Nota: 7,5/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

sábado, 9 de setembro de 2017

DUPLA EXPLOSIVA

Dupla Explosiva : Poster

Dois caras com personalidades distintas, acabam se unindo para lidar contra um poderoso chefão do crime. Essa premissa rola com quase 40% dos longas de ação lançados anualmente nos cinemas, onde em cada um desses casos a equipe tem que saber trabalhar um único quesito: o diferencial na narrativa. Nesse quesito "Dupla Explosiva" soube e muito bem lidar, pois é um filme onde vemos um crossover que dificilmente o cinema irá nos propor: Nicky  Fury e Deadpool. 

Resultado de imagem para DUPLA EXPLOSIVA

A história é bem simples, e remete e muito aos longas de Luc Besson (como "Carga Explosiva" e "Taxi"), onde depois do agente Michael (Ryan Reynolds), falhar em uma missão, ele acaba largando o serviço secreto para trabalhar como guarda costas de diversas pessoas importantes. Porém um dia ele recebe um telefonema de um ex-namorada (Elodie Yung), para levar o matador Darius (Samuel L. Jackson), ao tribunal, onde irá depor contra o Presidente da Russia (Gary Oldman), que é acusado de corrupção. Só que obviamente durante a viagem, rolam muitas desventuras com a dupla.

Digamos que por mais previsível que seja este "road-movie", o principal foco no roteiro de Tom O'Connor, é executar uma verdadeira sátira a diversos longas (principalmente ao clássico "O Guarda Costas"), aos quais os cinéfilos mais atentos notarão constantemente, inclusive durante as brincadeiras realizadas por Reynolds e Jackson (que tiram sarro inclusive dos próprios sucessos, como "Triplo X" e "Deadpool"), que possuem uma ótima química juntos. Mas quem rouba a cena mesmo, é a Selma Heyek ("Era Uma Vez no México"), que mesmo aparecendo pouco, é impossível não gargalhar com todas as suas cenas (que também satiriza outros de seus papeis no cinema).  

A direção de Patrick Hudges ("Os Mercenários 3") é boa, perante ao material que ele possui em mãos. Ele evita ao máximo ficar balançando a câmera o tempo todo, procura focar homeopaticamente quando inserir o humor e a ação. Apesar disso "Dupla Explosiva" não pode ser definido como memorável, mas é um divertido filme que apesar de previsível, consegue render bons momentos e risadas durante seus quase 120 minutos. RECOMENDO! 

Nota: 8,0/10,0
Imagens: Reprodução da Internet 

ATÔMICA

Resultado de imagem para atomica, poster

Digamos que até o momento a adaptação da Hq de Antony Johson e Sam Hart, rotulada de "Atômica" é o longa mais "corajoso" que vi este ano nos cinemas. O motivo é bem simples: pela primeira vez que temos um blockbuster de qualidade, onde a protagonista é uma mulher e lésbica (literalmente fugindo de quaisquer padrões apresentados pela industria, que ultimamente só vem jogando isso pro público nas formas mais genéricas possíveis). Sim, a escolha de Charlize Theron ("Mad Max: Estrada da Fúria") para o papel de Lorraine foi a melhor escolha, pois é impossível imaginar outra atriz tão "mother fucker" pra esse tipo de personagem.  

Imagem relacionada

O enredo tem inicio em meados de 1989, bem na época que envolve a queda do muro de Berlin. Bem perto do mesmo, um agente do M16 possuía uma lista que envolvia os mais preciosos segredos de agencias de segurança mundial. Só que ele acaba sendo assassinado, fazendo a mesma correr o risco de cair em mãos perigosas. É quando escalam a agente Lorraine, para resgatar a mesma, em uma missão a lá 007.

Resultado de imagem para ATOMIC BLONDe, pictures

Quaisquer semelhanças com o personagem John Wick (vivido pelo Keanu Reeves), são mera coincidências, pois o diretor David Leith, auxiliou na direção do primeiro filme deste. Logo, a personagem de Theron, além de possuir o mesmo preparador que o próprio Reeves, possui algumas características semelhantes, como a eximia pontaria e habilidade de meter a porrada em quaisquer pessoas que atravessem seu caminho. Só que diferenciando aquele, o enredo da trama acaba vindo em primeiro lugar, e a porrada entra em segundo. Quanto ao terceiro plano, ele é regado pelo romance desta com Delphine (Sofia Boutella, de "A Múmia"), que em contexto geral só ta no filme pra "quebrar o padrão" mencionado no primeiro paragrafo, pois fora isso a personagem de nada serve pra narrativa ou pra trama em si (ela basicamente revive a sua "Múmia", no meio da pancadaria). Outro personagem que é extremamente mal explorado, é o de James McAvoy, onde a própria narrativa acaba o deixando completamente previsível.

Voltando a direção de Leith, o cara sabe muito bem executar o trabalho de direção, porque ele nos prende em todas as sequencias de ação e pancadaria (que em comparação com seu longa antecessor, são muito menores). Por ventura, um recurso que ele soube muito bem explorar, é a trilha sonora, onde o repertório que inclui músicas de "David Bowie" e "The Queen" acompanham corretamente o andar da trama (lembrando e muito o recente "Em Ritmo de Fuga"). 

"Atômica" consegue ser um ótimo divertimento para os fãs de ação, e servir mais uma vez como um chamariz para o nome da atriz Charlize Theron nos longas do gênero. Se você gostou de todos os longas dela de ação, e principalmente dos dois John Wick, esse longa é uma obrigação para você! 

Nota: 7,5/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

domingo, 3 de setembro de 2017

JOÃO O MAESTRO

João, o Maestro : Poster

Por ventura, ouvi há umas semanas na rádio Bandeirantes, uma entrevista com o maestro João Carlos Martins, que é considerado o maior compositor da história do Brasil e se igualou a grandes nomes da música mundial como Ray Charles. Ao final da mesma, foi mencionado que seria lançado algumas semanas posteriores, um longa sobre sua vida. Com o pouco tempo hábil que tenho para ir aos cinemas nas últimas semanas, consegui uma brecha para conferir ao mesmo, que teve a direção de Mauro Lima ("Meu Nome Não é Johnny"). Por ventura, a adaptação conseguiu mostrar de forma digna o que o Maestro enfrentou desde pequeno, para alcançar o status que hoje lhe pertence. 

Resultado de imagem para JOÃO O MAESTRO, POSTER

A trama é dividida em quatro atos, onde acompanhamos ele na infância (Davi Campolongo), quando ele já demonstrava ser bem experto com relação ao entendimento e rapidez no aprendizado com as partituras, na adolescência (João Pedro Germano), pelo qual se apresentava como pianista principal em alguns espetáculos. No inicio da fase adulta (Rodrigo Pandolfo), em que começou a realizar importantes apresentações fora do Brasil, e na fase atual (Alexandre Nero), onde ele resolveu retornar aos holofotes depois de anos afastado. 

Resultado de imagem para JOÃO O MAESTRO, POSTER

Divergindo do estilo apresentado em "Bingo" (que era uma produção MUITO maior), aqui temos um embalçamento mais resumido do que João enfrentou em vida. Sim, seu amor pelo time da Portuguesa é apresentado (chegando a servir de alivio cômico), assim como todas as adversidades que ele passou, desde a embolia pulmonar, a paralisia nas mãos (abordada constantemente na narrativa) e o traumatismo que ele possui no cérebro (que lhe causou diversas sequelas na fala). Sim, o ponto forte do longa são as interpretações do Maestro, onde digamos que os seus quatro interpretes, estavam bem. Apesar de que quando o longa apresenta o arco guiado por Pandolfo o longa decai um pouco na narrativa, e meio que parece que ta rolando outro filme (principalmente quando são intercalados com as arcos envolvendo o lado mulherengo de João). Inclusive quando ele divide a cena com a péssima Fernanda Nobre (que vive a sua primeira esposa), que não possui expressão alguma. Só que quando somos apresentado ao mesmo já na fase adulta, no inicio dos anos 90, em que ele estava voltando ao ritmo, o longa começa a recuperar aquela simpatia que disponibilizava no inicio. 

"João O Maestro" é uma sinal para os desavisados de plantão que o Brasil possui excelentes histórias que podem ser contadas pelo nosso cinema, em uma época onde 'Youtubers" e "metidões de plantão" dominam as telas. Pra quem não conhecia tudo o que este musico viveu, e ouvir ele toca-lo posteriormente, fica o aviso que isso chega a emocionar muito mais do que qualquer "See You Again". 

Nota: 7,5/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

A NOITE É DELAS


Um(a) protagonista vai se casar, e resolve reunir as amigas(os) para curtir uma despedida de solteira(o), só que tudo começa a dar merda logo nas primeiras horas delas(es) juntas(os). Sim, você já deve ter visto algum filme assim, independente do sexo dos protagonistas, pelo menos umas 10 vezes nos últimos três anos, ou melhor, desde que saiu o primeiro "Se Beber Não Case!", em 2009. Só que essas cópias lançadas posteriormente tem um enorme aquém, com o longa de Todd Phillips: são meras reciclagens de outros longas, e é basicamente isso que ocorre em "A Noite é Delas". 

Resultado de imagem para A Noite é Delas

A principio vemos uma grupo de amigas zoeiras na época da faculdade, onde já denotamos os perfis mais típicos: A bonitona (Scarlett Johansson), a amiga gordinha (Jillian Bell), a feminista (Llana Glazer), e a certinha (Zoe Kravitz). Com um pacto de continuarem se falando depois da formatura, as mesmas resolvem se juntar para a despedida de solteira da primeira. Obviamente que no reencontro delas, uma nova mulher surge nesse grupo (Kate McKinnon) e que tudo isso daria bosta em algum momento, e as criaturas conseguem a proeza de matar um stripper. 

Resultado de imagem para rough night, demi moore

A principio o roteiro de Lucia Aniello (que também assina a direção) e Paul W. Downs (que vive o noivo de Johansson), brinca constantemente com a campanha de Hillary Clinton (cuja Scarlett também auxiliou na campanha exatamente com o MESMO VISUAL visto neste longa (sei que ela devia estar filmando o mesmo na época, mas foi bem tendencioso tudo isso)). Porém depois dos 10 minutos, a pornochanchada entra em cena, e então só vemos piadas envolvendo todo tipo de escatologia, referencia de outros filmes, fora os diversos arcos aleatórios e completamente desnecessários incluindo a breve participação de um casal de tarados vividos pela Demi Moore e Ty Burrell (que devem ter topado pelo cache), e de um arco constrangedor envolvendo o noivo da protagonista. 

"A Noite é Delas" é constrangedor, cansativo e uma ofensa pra quem curte uma ótima comédia, depois de uma semana ou um dia de estresse. EVITE!!

Nota: 1,5/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

TEM NO NETFLIX: DEATH NOTE

Resultado de imagem para Death Note, netflix, poster

Eu não ia realizar uma crítica sobre este longa, mas depois de muitos pedidos que vim recebido, e devido ao enorme bafafá negativo perante esta obra, resolvi deixar expressada minha opinião. Primeiramente deixarei claro, que mesmo estando ciente que o longa de Adam Wingard (do "reboot" de "A Bruxa de Blair") não tem quase haver com o anime pelo qual é inspirado, ele ainda consegue ser um ótimo divertimento genérico! E digo isso, pois durante seus quase 100 minutos, a narrativa me prendeu e lembrou o tempo todo mais um spin-off divertido da franquia "Premonição", ao invés de uma releitura do anime de Tsugumi Ôba e Takeshi Obata.

Resultado de imagem para Death Note, netflix

O enredo central é basicamente o mesmo, onde o estudante Light (Nat Wolf, de "Cidades de Papel"), acaba recebendo aleatoriamente um livro batizado de "Death Note". Ao abri-lo, ele descobre que o mesmo pertencia ao misterioso monstro Ryuk (Willem Dafoe, o eterno Duende Verde do "Homem-Aranha"), e que quaisquer nomes que forem escritos no mesmo, acabarão sendo mortos da exata forma pela qual for transcrita no mesmo. Com o poder em mãos, ele começa a utilizar o livro para executar os mais diversos criminosos, que foram impunes. Só que isso não agrada ao misterioso L (Lakeith Stanfield, de "Corra"), que quer a todo custo descobrir o responsável por estas estranhas mortes.

Resultado de imagem para Death Note, netflix, ryuk

Como nem tudo é as mil maravilhas, vou começar destacando o que eu achei de negativo aqui: a bendita trilha sonora, que é completamente reversa as situações mostradas em cena (a música tocada no penúltimo ato, pelo amor de Deus!), e que em muitas das vezes poderiam ter sido trocadas por efeitos sonoros da própria cena mesmo. Já pulando pras atuações, Wolf ta bem como protagonista, porém quando ele se junta com Margaret Qualley ("Dois Caras Legais"), além dos dois não terem absolutamente nada haver, parece que ta rolando outro filme ali. Agora na minha franca opinião, quem rouba a cena mesmo é Willen Dafoe, pois aqui ele repete o estilo excêntrico de Norman Oscorp, mesmo aparecendo bem pouco (poderia ter aparecido mais) e fica divertido vê-lo. O que segura tudo mesmo, é o roteiro, pois o jogo de gato e rato criado dentre L e Light realmente é o ponto porte do filme e acaba tornando ele interessante por isso. É abordado o tempo todo no longa, sobre o fato do segundo estar certo ou errado com respeito as mortes, e isso pesa muito na definição de que se Light é um protagonista ou antagonista.

"Death Note" não é uma obra prima, muito menos é uma adaptação digna do anime. Porém pra quem nunca assistiu ao anime ou simplesmente resolveu aproveitar a nova história (que basicamente pegou a premissa e os personagens), vai se divertir. Agora se você é fã pra caramba do anime e esperava uma "cópia" do que foi visto (exatamente como ocorreu com "A Bela e a Fera", lançado pela Disney em março), vai se chatear.

Nota: 6,0/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

domingo, 27 de agosto de 2017

A TORRE NEGRA

A Torre Negra : Poster

Já deixarei bem claro, que ainda não tive o prazer de ler a série de livros "A Torre Negra", que foram escritos pelo mestre Stephen King. Então tudo que você lerá nos próximos parágrafos remeterá APENAS ao longa metragem em si. Se você curte películas de ação e aventura, com certeza você já deve ter visto alguma história, onde um garoto poderá salvar a humanidade, e conta com a ajuda de um estranho bondoso, pelo qual irá auxilia-lo a encontrar um vilão. No meio desta jornada, rolam alguns "imprevistos" como um feixe de luz no céu e bordões artificiais. É assim que se resume essa adaptação do primeiro livro da série de Stephen, que tinha tudo para funcionar, só que aqui vemos que não foi somente um problema dos produtores ou do estúdio (Sony, no caso), mas sim de todos os envolvidos.

Resultado de imagem para a torre negra

A começar pelo enredo, que praticamente deduz que você já sabe absolutamente tudo e que é perda de tempo explicar algumas coisas mostradas em tela (não digo as óbvias). O que faz o público aos poucos acabar perdendo o interesse no filme, pois afinal quem diabos vai aguentar ver algo que sequer da pra sacar qual é a lógica, mesmo se tratando de uma fantasia? Mas ai que ta a jogada, pois simplesmente deixaram o filme com 95 minutos (com o propósito de cansar o espectador menos), quando na verdade se fossem acrescentados mais uns 30, somente pra explicar e conhecermos melhor os personagens, creio eu que essa seria uma resenha positiva.

Pra deixar você ciente sobre o que se trata o filme: um menino (Tom Taylor), possui constantes sonhos sobre um Homem de Preto (Matthew McConaughey), que quer destruir a todo custo uma Torre Negra, onde a única pessoa que poderá detê-lo é pistoleiro (Idris Elba). Até que acidentalmente ele tem acesso a um portal e vai parar neste mundo, onde ele acaba fazendo uma união com aquele, para derrotar o primeiro. 

Resultado de imagem para dark tower, matthew

No quesito de atuação eu não consigo ver aqui, alguém que se demonstrasse dedicado ao roteiro apresentado. Elba ta perdido e com uma feição extrema de desconforto. McConaughey (que depois de "Interestelar", só se meteu em furadas) lembra e muito o vilão Killgrave (do seriado "Jessica Jones"), só que numa versão genérica, de tão mão explorado que ta o personagem. O jovem Tom Taylor tenta se esforçar, mas o roteiro envolta do personagem é banal, e ainda me colocam um ploat em seu arco, que chega a ser vergonhoso. O restante do elenco, é "ok", pois nenhum deles vai interessar o espectador. 

A direção de Nikolaj Arcel ("O Amante da Rainha") tenta então apelar para as sequencias de ação, que estão bem feitas inclusive e é um dos pontos positivos do longa. Só que quando ele tenta mesclar algum drama envolto, o fracasso é eminente. 

"A Torre Negra" já figurou no meu TOP 10, das maiores decepções do ano, pois os caras tinham elenco, tinham uma HISTÓRIA, e um visual incrível, mas não tiveram um filme decente. EVITE!!

Nota: 2,5/10,0
Imagens: Reprodução da Internet